sábado, 13 de março de 2010

Quando o céu tem infinitas cores – Parte I

Como é bonito o espetáculo do crepúsculo! Quando o Sol, após se por no horizonte, ainda deixa um restinho de luz na abóbada celeste.
A escuridão corre tentando afugentar o azul clarinho e quando ambos se misturam formam outros milhões de tons de anil, que vão se graduando em escalas de claro a escuro, no sentido oeste-leste.
Do lado em que o Sol se deitou , a claridade resiste até que a noite venha a tomar todo o espaço, estendendo seu tapete negro para o desfile das constelações. Entre esses dois momentos é singelo observar a guerra pacífica que explode em infinitas nuances de azul.
Tudo isso dura poucos minutos, durante os quais é possível sentir a Grandeza e a Paz do Criador.

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